A maior ocupação urbana de São Paulo precisa de você!

A crise econômica levou mais de 8 mil famílias a coexistirem na Ocupação Povo Sem Medo de São Bernardo do Campo, na região Metropolitana de São Paulo. Ocupando um terreno sem função social, buscam o direito da moradia, enfrentam as dificuldades e precariedades de viver em barracos de lona e ainda sofrem com o preconceito de vizinhos e a ameaça constante de despejo.

 

famílias

dias

mil m²

anos de terreno abandonado

Doe e ajude a ocupação 

Ocupar não é uma escolha, é uma falta de escolha. Ninguém leva seus filhos para ficar no barraco de lona, pra ficar pisando no barro, porque gosta. Quem está hoje na ocupação é porque não tem outra alternativa para morar. Estão desempregadas, ou o aluguel toma grande parte do salário e não conseguem se sustentar. A crise bateu para todo mundo, mas você pode colaborar!

Você também pode colaborar doando alimentos, colchões, produtos de higiene, e equipamentos de uso geral. Confira os pontos de recebimento e faça sua doação!

Quem apoia?

Conheça os artistas e apoiadores da Ocupa São Bernardo por todo Brasil! Envie seu vídeo de apoio para nós no colaboremtst@gmail.com e faça parte dessa corrente de resistência!

Histórias por trás da lona preta

Talita Regina dos Santos, 35 anos

Talita Regina dos Santos, 35 anos

Está participando de sua primeira ocupação. Junto a seu marido, José Alison, trabalha na produção de alimentos na cozinha central. Antes, morava com a mãe e seus 3 filhos de favor. Já está desempregada há 2 anos. “Aqui tô aprendendo coisas que nunca passei, sei que vou vencer.”

Guilherme da Costa, 18 anos

Guilherme da Costa, 18 anos

Morava com a família mas após uma agressão foi impedido pela justiça de se aproximar de sua mãe. Sem lugar para ficar, busca uma vida nova na ocupação.

Talita Regina dos Santos, 35 anos

Talita Regina dos Santos, 35 anos

Está participando de sua primeira ocupação. Com seu marido, José Alison, trabalha na produção de alimentos na cozinha central da empreitada, que reúne mais de 7 mil famílias. Antes, morava com a mãe e seus 3 filhos de favor, já está desempregada há 2 anos. “Aqui tô aprendendo coisas que nunca passei, sei que vou vencer.”

 Carlos Roberto Costa, 60 anos

Carlos Roberto Costa, 60 anos

Conhecido como Carlinhos. está há 3 no movimento na Ocupação Oziel de Mauá. Trabalhava com ferro velho quando, relata, encontrou “um monte de gente de vermelho, ficou curioso e foi conhecer”. Soube de uma ocupação e, como morava de favor na casa da filha, passou a se dedicar à causa.

Afonso Michael Souza Matias, de 22 anos

Afonso Michael Souza Matias, de 22 anos

Concluiu a escola mas está 3 anos em busca de um emprego, com a crise e sem um lugar para morar, viu na ocupação uma possibilidade de conseguir um teto.

Roberta

Roberta

Morou nas ruas desde os 15 anos, e foi viciada em Crack por 6 anos, perambulando pela região de Ferrazópolis na periferia de São Paulo. Vítima de facadas, atropelamentos e perseguições policiais, hoje se diz livre para voar: “sem drogas, sem marido”. Com sua irmã, Renata, e sua filha mais nova vivem em um barraco de lona e madeira.

Porque ocupamos?